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As quatro orientações para a execução do planejamento estratégico

Toda organização sabe a importância do planejamento estratégico e que se trata de um guia crucial para alcançar os objetivos. Porém, na hora de executar essa estratégia, muitas empresas encontram dificuldades em organizar as informações e colocar as ideias em atividade para formar um plano bem estruturado.

Neste material, vamos esclarecer os desafios da execução, as etapas do planejamento estratégico e as orientações essenciais para realizá-lo com assertividade  e fazer com que os colaboradores entendam os objetivos dele.

 

O desafio da execução do planejamento estratégico

 

  • 75% das organizações lutam para implementar a estratégia.
  • Em um estudo da Bridges Business Consultancy, 67% dos líderes entrevistados afirmaram que suas empresas eram boas na elaboração de estratégias, mas apenas 47% acreditavam que eram boas em implementá-las. 
  • 33% dos líderes na mesma pesquisa classificaram a capacidade de execução de suas respectivas organizações como pobres ou muito pobres.
  • Em outra pesquisa, da Bridges, apenas 10% das organizações realizaram dois terços ou mais de sua estratégia. Do restante, a maioria atingiu menos da metade de seus objetivos. 
  • Apenas 2% dos líderes estavam confiantes de que alcançariam 80% -100% de seus objetivos estratégicos. 

 

Algumas organizações podem ter dificuldades, de fato, para alcançar seus objetivos. Entretanto, todas têm a oportunidade de destacar-se e levar a empresa ao sucesso e a recompensa é significativa: de acordo com o Professor Robert Kaplan e Dr. Dave Norton, empresas que efetivamente executam sua estratégia apresentam impressionantes 50% a 150% de aumento de valor. 

Para se tornar parte deste seleto grupo, acelerar a execução estratégica e passar de uma organização reativa para uma proativa, é imprescindível desenvolver um sistema que habilite as quatro orientações para o planejamento estratégico. Confira quais são: 

1. ALINHAMENTO

Primeiro é preciso identificar se os funcionários da linha de frente entendem como os projetos em que trabalham no dia a dia impulsionam as iniciativas estratégicas e impactam a organização como um todo.

Para elevar o alinhamento, os funcionários e líderes precisam saber quais são as metas.

Um estudo da Harvard Business Review descobriu que menos de 33% dos colaboradores diretos dos executivos seniores entendem claramente a conexão entre as prioridades corporativas e os projetos em que estão trabalhando. 

Alinhamento significa trabalhar nos pontos corretos, ou seja, as atividades que impulsionam as métricas mais importantes. Todos na organização, funcionários, gerentes e executivos, entendem como os projetos em que trabalham se alinham ao planejamento estratégico mais amplo. 

Isso é feito para criar um senso de urgência e propósito, bem como um entendimento de propriedade nos resultados gerais dos objetivos da organização. O processo de alinhamento também garante que todos estejam na mesma direção, a fim de fazer evoluir a empresa.

2. VISIBILIDADE

Nesta etapa, é crucial detectar se os líderes têm visibilidade das métricas quantitativas e qualitativas das iniciativas, à medida que elas ocorrem. As empresas devem verificar se eles têm os dados necessários, no contexto apropriado, para tomar decisões com base em informações.

Para maximizar as contribuições organizacionais, os líderes devem ser capazes de conhecer rápida e facilmente a visão geral dos objetivos mais importantes do plano de sua equipe. 

Eles precisam ter visibilidade sobre o trabalho das equipes, ter acesso ao status dessas ações, entender a rapidez com que estão progredindo em direção às metas e conhecer quaisquer possíveis barreiras para o sucesso. 

O ideal é que haja uma maneira de todos na organização verem essas informações. Essa transparência cria uma única versão da verdade e dá a toda equipe uma compreensão do desempenho.

Contudo, essa não é a realidade de todos porque a informação vive em sistemas diferentes. Reuni-las e agrupá-las em algo útil é um pesadelo demorado e isso torna-se cada vez mais óbvio na era do ‘big data’. 

Uma pesquisa do MIT Sloan descobriu que a maior barreira para criar valor de negócio a partir da análise não é o gerenciamento de dados ou as habilidades de modelagem complexas. Em vez disso, o obstáculo número 1 da pesquisa deste ano foi traduzir a análise em ações de negócio.

Portanto, quando o contexto é perdido, torna-se difícil para os gerentes tomar decisões com base apenas nos dados. 

3. ACCOUNTABILITY (responsabilidade pelos resultados)

Aqui, o fator crucial é ter alguém claramente identificado e responsável por rastrear o progresso de uma única iniciativa. A questão central é como garantir que as atualizações sejam pontuais e precisas?

Frequentemente, as iniciativas são equivocadas simplesmente porque ninguém é responsabilizado por seu progresso. Quando uma equipe ou vários indivíduos são os proprietários de uma iniciativa, não há uma parte responsável claramente. 

Como diz o velho ditado: “quando todos estão no comando, ninguém está no comando”. Nenhum membro individual da equipe sente a responsabilidade de criar resultados para essa iniciativa. 

Quando um funcionário é responsabilizado, ele fica muito mais motivado para evitar as consequências e levar a iniciativa adiante. Idealmente, o mesmo sistema que cria visibilidade do progresso também criará clareza de quem é responsável pelas ações. 

A maior parte do tempo e foco devem ser gastos nestes itens, para que as empresas possam se reajustar e voltar aos trilhos.

4. COLABORAÇÃO

As questões a serem analisadas nesta etapa são: todos estão colaborando nos pontos importantes e para uma direção certa? Existe um registro de progresso acessível a todos?

Colaboração é uma palavra intensa, mas é essencial para a execução bem-sucedida do planejamento estratégico. Entretanto, ela costuma ser a parte mais demorada do dia de um funcionário, especialmente quando está relacionada a uma ação tão importante.

Para colaborar de forma eficaz, um funcionário precisa manter os outros membros da equipe informados sobre seu progresso, sem contribuir para a sobrecarga de tarefas ou criar mais ruído. 

A equipe precisa de um registro do progresso que pode ser compartilhado e discutido com os líderes e o documento deve ser acessível a todos, não armazenado em uma planilha presa de um único membro da equipe, ou pior, de vários.

Ser capaz de acessar facilmente o status de projetos atualizados é particularmente útil em organizações com ritmo acelerado durante períodos de rotatividade. Espera-se que os funcionários sejam transferidos para posições diferentes. 

Portanto, alinhamento, visibilidade, accountability e colaboração são orientações fundamentais para acelerar e sustentar a execução. Mas, como você pode implementá-las em sua organização? Tecnologia é a chave!

 

Como a tecnologia pode melhorar a execução do plano estratégico

A primeira etapa para habilitar as quatro orientações é avaliar como a cultura organizacional da empresa apoia a execução. Uma vez que sua cultura esteja pronta, resta executar o plano. E, para isso, a tecnologia é crucial. 

Uma ferramenta adequada ajuda a rastrear, medir e monitorar os quatro motores do plano estratégico. E é essencial para a elaboração e execução de um planejamento estratégico bem acurado. 

É imprescindível para toda empresa ter informações precisas sobre a realidade do negócio e as novas tecnologias possibilitam a documentação e a compilação de dados de maneira mais prática e em tempo real.

Apesar de muitas organizações dependerem de e-mail e planilhas, uma solução de gestão desenvolvida para o propósito pode ajudar a definir o monitoramento de sucesso e liberar seu tempo para atividades de execução de planos de maior valor.

 

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Por isso, desenvolvemos a Miranos, uma plataforma de gestão de capital humano que proporciona total alinhamento dos membros da equipe com os processos e metas da companhia, por meio de um modelo que garante mais produtividade e eficiência nos processos internos.

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